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Centro de Referência Paralímpico Brasileiro no Acre encerra ano com 1º Circuito de Interação

O ex-jogador de futebol Artur Oliveira, o Rei Artur, também foi uma das atrações que levou palavras de incentivo e compartilhou experiências com os atletas. “O esporte muda a vida de qualquer pessoa. Ele mudou a minha”, destacou Artur, que hoje é treinador de jovens jogadores de futebol.

Instituído por meio de termo de cooperação entre Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esportes (SEE), Ufac e Comitê Paralímpico Brasileiro, o Centro de Referência atualmente atende cerca de 84 atletas. O objetivo é promover a inclusão da pessoa com deficiência (PcD) na prática de modalidades paralímpicas, nos níveis educacional e de alto rendimento.

A professora responsável pela Divisão de Esporte Paralímpico da SEE, Shirley Lessa, explica que, além de alunos de até 17 anos do ensino regular, a instituição atende também atletas da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e do Centro de Ensino Especial Dom Bosco. “O diferencial é que esse trabalho envolve alunos, família e escola”, explica.

Em 2023, o apoio do governo do Acre promoveu a participação dos atletas paralímpicos acreanos atendidos no Centro de Referência em eventos de nível nacional e internacional. O secretário adjunto de Esportes, Ney Amorim, destaca a importância dessa política pública: “Estamos executando esse trabalho, que é de fazer inclusão dessa juventude, ajudando e apoiando nossos atletas paralímpicos”.

O coordenador-geral do Centro, Clodoaldo Castro, ressalta que o evento celebrou “a melhora da autoestima, autoconfiança e desempenho dos atletas”, que este ano conquistaram o 61 medalhas, entre 32 ouros, 13 pratas e 16 bronzes.

De acordo com o coordenador do Centro na Ufac, Jader Bezerra, o objetivo das ações desenvolvidas pela organização são a qualidade de vida e saúde das pessoas com deficiência, autonomia e segurança para que sejam inseridas na sociedade. “Quem sabe nós tenhamos aqui potenciais atletas que possam representar o estado e futuramente o Brasil? Temos esse objetivo, captar e formar talentos”, afirma.

As modalidades de alto rendimento trabalhadas são bocha paralímpica, atletismo, natação, halterofilismo e, a partir de agora, tênis em cadeira de rodas. Além disso, são desenvolvidas também atividades que visam apenas o bem-estar dos alunos, como futsal, ginástica e dança.

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