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Em meio à alagações, várias estações de monitoramentos dos rios estão quebradas no Acre     

Em meio à cheias e desastres naturais, estações que poderiam prestar informações sobre o clima e a situação das bacias hidrográficas do Acre não estão funcionando.  

Mantido pelo Serviço Geológico Brasileiro, o mapa de pontos de monitoramento da Bacia do Rio Acre, por exemplo, confirma que as estações localizadas na Colônia Dolores, em Sena Madureira, e Aldeia dos Patos, em Assis Brasil, estão sem transmissão.  

O problema é muito maior, denuncia o estudioso do clima amazônico Davi Friale, que se ressente de equipamentos que forneçam dados hidrológicos e meteorológicos para o conteúdo de seu portal O Tempo Aqui.   Segundo ele, não se tem informações  meteorológicas  das estações automáticas de Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Porto Walter, Marechal Thaumaturgo e Epitaciolândia. “Chega a ser ridícula essa situação”, critica Friale.  

Há estações que estão paradas há mais de um ano. O Governo do Estado, segundo ele, possui unidades de monitoramento em operação  mas os dados não são públicos.  

Friale considera que localidades que interessam muito ao bom processamento das informações hidrometereológicas deveriam ter estações em operação, mesmo que suas localizações sejam fora do Acre, como Porto Velho e Guajará-Mirim,  em Rondôna, e Boca do Acre, no Amazonas, que poderiam ajudar em previsões climáticas e hidrológicas.  

 

 

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