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O hábito do acreano em queimar lixo e mato potencializa os danosos efeitos das doenças respiratórias típicas do período.

A queima de lixo, ainda que em propriedades particulares é crime.  Um crime ambiental,   que configura o ato de causar poluição, que coloque em risco a saúde humana ou segurança dos animais, ou destrua a flora.

As queimadas urbanas amentaram muito em 2020. Conforme relatório do Major Falcão, repassado na manhã desta quinta-feira (23) ao ac24horas, no período compreendido entre 1º/4 a 22/4 deste ano o Corpo de Bombeiros registrou 142 ocorrências desse tipo. No mesmo período de 2019 foram 86 casos, o que representa aumento de 65% em 2020 apenas em Rio Branco. “São incêndios em vegetação e terrenos baldios”, disse Falcão.

A queima de lixo doméstico praticado por diversos cidadãos como forma de dar fim a lixos em terrenos baldios, além de causar danos à saúde pública com a fumaça, provoca risco de incêndio em proporções maiores, destrói a vegetação e pode causar a morte de animais nas redondezas.

A fiscalização das queimadas no Estado é realizada pelo Batalhão Ambiental da PM,  em parceria com as prefeituras.

Em tempos de pandemia, o fumaceiro agrava o sistema respiratório das pessoas, especialmente crianças e idosos.

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