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Metas do Programa de Ajuste Fiscal são apresentadas ao governador Gladson Cameli

O governador Gladson Cameli recebeu os secretários da Fazenda, Rômulo Grandidier; de Gestão e Planejamento, Ricardo Brandão; e da Casa Civil, José Ribamar Trindade, para tratar das metas do Programa de Reestruturação de Ajuste Fiscal (PAF), bem como da situação financeira do Estado e apresentação de soluções que impactem positivamente na redução dos gastos da máquina pública.

Implantado há dois anos, o Programa de Reestruturação de Ajuste Fiscal traz uma série de medidas que o governo acreano tem adotado para manter a saúde e equilíbrio de suas finanças, além de criar mecanismos com o objetivo de aumentar a arrecadação de receitas próprias.

Governador Gladson Cameli conheceu as metas estabelecidas pelo Programa de Reestruturação de Ajuste Fiscal. Foto: Diego Gurgel/Secom

Cameli explicou que esse tem sido um dos maiores desafios de sua gestão. O governador citou a reforma administrativa, a aprovação da reforma da previdência estadual e a renegociação de dívidas deixadas pelo antigo governo como significativos avanços para conter o aumento das despesas públicas.

“Apesar de termos assumido um Estado cheio de dívidas, estamos fazendo tudo o que é possível para obedecer a Lei de Responsabilidade Fiscal, os órgãos de controle e as medidas estabelecidas pela Secretaria do Tesouro Nacional. Fomos o primeiro estado do país a aprovar a própria nova previdência e reduzimos o tamanho da estrutura administrativa para que pudéssemos economizar e garantir os recursos para não atrasar os salários dos servidores públicos e realizar os investimentos que a população necessita”, frisou Gladson.

Segundo o secretário da Fazenda, todo o empenho adotado na gestão de Gladson Cameli colocou o Acre como segundo estado brasileiro que mais economizou recursos públicos em 2019. “E é assim que continuaremos a trabalhar. Este governo tem compromisso e respeito com as finanças do Tesouro Estadual”, afirmou Grandidier.

Uma das principais metas do governo é elevar a sua arrecadação própria. Com mais recursos disponíveis, o Estado aumenta sua capacidade de arcar com as despesas e ainda potencializa os investimentos em obras e melhoria do serviço público.

Outro audacioso objetivo do governo é colocar em prática a meta estabelecida pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) em relação ao limite prudencial de 57% de despesas com pessoal, em 2020. “O governo tem feito o maior esforço possível para reduzir os gastos com a máquina. Diante do atual cenário, sabemos que não será fácil. Porém, estamos empenhados e compromissados com saúde financeira do Estado”, pontuou o secretário da Casa Civil, José Ribamar Trindade.

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